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Não há tristeza maior do que você se sentir sozinha, porque você sente sozinha. E não há ninguém que possa sentir com você. Pior é quando querem dizer pra você tudo o que você sente e você cala, resignado, por não poder argumentar contra o que nem você mesmo sabe. E ali, naquele banco, ela insinuou que talvez fosse melhor eu me afastar. E eu... NEM EU sabia o que era melhor pra mim, por que tinha que dar razão a ela?
Whatever, que se foda. Até o mais feliz e sociável tem o direito de amanhecer sem vontade de ser adorável, sensível e, como pólvora, explodir em qualquer faísca e ir embora, queimando na esquina. - Postado por: Nah às 17h18 [ ] [ envie esta mensagem ] Deus gritou do alto "A vida é um encanto, porém... Que mania besta de complicar tudo, vocês têm!" - Postado por: Nah às 17h15 [ ] [ envie esta mensagem ] Foi ali, no banho, que eu fiz alguns versos na minha cabeça e já nem lembro mais. Tudo que eu lembro é de tudo que meus olhos, já descrentes de ver, viram quando ele me mostrou. Quase mágico aqueles mil balões voando no céu como se fosse festa de aniversário do mundo todo, celebrando e desenhando qualquer coisa em nossos corações que no outro dia bateu tanta saudade, daquele chá, do divã... Tanto tempo pra sonhar, temos a vida inteira, tudo vai funcionar... Todas as coisas que ele me disse que eu espantava da minha mente aquela insegurança em forma de borboletas em mim, que há tanto tempo eu não sentia mais. Agora, mais calma, escuto a música e penso se é só mais um impossível que eu descobri... lembro que meus olhos tem essa mania de ver as coisas onde elas não estão, esse antigo vício do impossível. Que importa? O importante é toda a conversa dos momentos de coisas mágicas e histórias de destino que fazem tanta graça da gente e das nossas vidas. Aquela camisa vermelha, as histórias sobre astrologia, qualquer coisa que nos envolvesse em estrelas na hora do beijo. E os mil balões vermelhos dançando no ar. - Postado por: Nah às 01h32 [ ] [ envie esta mensagem ] Quem foi que inventou o tal Do amor de uma só pessoa? Sempre reparti o meu, foi mal. E não aceito isso, na boa. - Postado por: Nah às 03h35 [ ] [ envie esta mensagem ] Dentro da tela Absorto, submerso Profundamente penso "porra, como era o verso?" - Postado por: Nah às 03h30 [ ] [ envie esta mensagem ] Play the part Eu pensei e vi que já não adiantava evitar. Era preciso enfrentar. Eu não queria mais ter medo do desconhecido... E eu fui. Respirei fundo e fui. Nunca mais eu ia acordar no meio da noite com medo de olhar embaixo da cama, porque eu decidi que aquele monstro não existia mais. Aí eu olhei embaixo da cama e pensei que ali não tinha nada mesmo. Olhei rápido e depois, de novo, dessa vez mais devagar. Olhei 2, 3, 4 vezes... Não sei se algum dia teve alguma coisa ali que já tinha ido embora... Ou se nunca teve e era tudo impressão minha. Veio na minha cabeça o quanto eu já tinha feito uma sofrer... E agora eu entendia porque doía tanto nela, quando eu estava com ele. Na verdade, não era nem dor... Era qualquer coisa de incômodo, qualquer ponta fina de medo de doer... Como se fosse injeção. E agora, como se fosse injeção, eu virei pro lado, enfrentei, foi uma picadinha e passou. Tá, talvez tenha sido mais de uma picadinha... Mas agora estou vacinada. E eu não vou odiar essa outra como aquela me odiou um dia, porque no fundo, ninguém tem culpa. Só ele, depois de todo aquele discurso fajuto de respeito e consideração, que agora insiste em ter 3 anos de idade e se exibir como quem precisa de auto-afirmar... Tirando essa parte patética da situação, que eu não posso dar jeito, tudo o mais se foi. O monstro não me assusta... e nada mais dói em mim. O próximo passo é eu conseguir novamente enaltecer as boas lembranças, fazendo com que elas me convençam de que valeu a pena, afinal tudo vale. Mesmo que ele tenha 3 anos agora e fique se trocando com a situação, mesmo que a aquela primeira ainda não me dê sequer bom dia, mesmo que a outra também não goste de mim... E é engraçado como é sempre mais fácil culpar alguém do que aceitar a vida, né? A vida. Porque não há outro nome pra tudo o que aconteceu. Eu, que já havia sido odiada por aquela primeira, agora sou odiada pela segunda, como se tudo não passasse de uma roleta e cada uma terá sua vez. E agora, eu que já tive a minha vez de ser polícia e de ser ladrão, entendi porque a primeira me odiava tanto, porque a primeira me ignora até hoje, e todos os porquês de tanta hostilidade comigo, que nunca tinha feito nada. E também sei o que a segunda tá sentindo agora, porque foi o que eu senti em outra época. E é engraçado saber de toda a situação, mesmo que eu não esteja de fora dela. Saber o quanto doeu em uma e, ao mesmo tempo, saber que não é culpa da outra e por isso não odiá-la. Algum dia eu vou dizer pra primeira que eu não tive culpa, mas que peço desculpas pela dor que causei. E vou dizer a segunda que nunca pretendi ser rival de ninguém, até porquê eu já tirei meu time de campo antes mesmo de começar a chover e o campo ficar cheio de lama assim. Eu fui pro chuveiro. Eu fui pro chuveiro, me lavar. E de alma lavada, depois pensei: vou deitar no meu travesseiro e dormir. Posso até acordar novamente no meio da noite, sonhando com a sombra dos dois... Mas agora eles estão tão distantes, que não me afetam mais. Eu só espero que ele saiba o que está fazendo e tome o rumo certo da vida. O monstro, digo. Aquele de debaixo da minha cama. Que eu não sei mais se existiu mesmo ou se simplesmente foi embora. "And so I won't play a part in your mistake... No way." (nem que você fique...) - Postado por: Nah às 16h49 [ ] [ envie esta mensagem ] Essa coisa de amor Deixa a vida dividida Uma parte se dá bem E a outra tá fudida - Postado por: Nah às 15h02 [ ] [ envie esta mensagem ] Se eu pudesse te pedir uma última coisa... seria o teu endereço porque não sei teu cep já não quero teu apreço e o meu não te merece do resto, eu esqueço só preciso do cep te mando tuas coisas não precisa pagar frete encaixoto tudo numa caminhonete e vá tudo pro diabo que o carregue você não me deve nada de nada mais você me serve a partir de hoje só quero o que me apetece.
limpe a casa, deixe os móveis como estavam, apague a luz, não esqueça de fechar o gás e não deixe nenhuma torneira aberta. e, por favor, ao sair, deixe a chave embaixo do tapete. vou fazer uma reforma em mim e preciso de espaço na casa. pra fazer em mim a mudança, preciso que você mude também. se mude. - Postado por: Nah às 01h54 [ ] [ envie esta mensagem ] Bloco Carnavalesco Unidas Pelo Ex Ultimamente,a bruxinha do fim do namoro tá solta. Dia desses me peguei saindo com 4 amigas recém-solteiras e, claro, o assunto eram os ex's, no plural, porque eram dois ex's principais: o ex-namorado e a experiência. E aí eu resolvi colocar aqui uma série de coisas que eu tenho aprendido sobre relacionamentos... Só pra eu me lembrar, caso eu acabe um outro, algum dia. A primeira coisa que eu aprendi é que nunca há culpados. É. Tipo, você vê mais namoros que duram pra sempre ou namoros que terminam? Tá vendo? Aí entra outra coisa que aprendi: os namoros terminam, mas sua vida não. Sabe, a dor é inevitável... Mas o sofrimento é opcional. Não fique no fundo de uma rede, sem comer. Se tiver vontade de chorar, chore. Mas não se permita perder mais de um dia assim, se obrigue a reagir. Outra coisa importante é: não caia na besteira de voltar imediatamente o namoro. Porque na maioria das vezes o motivo de reatar será só um desespero, relacionado a insegurança ou carência, mas no fundo o problema ainda estará lá e você só irá se desgastar mais. Encare a situação como uma onda de novas possibilidades, como ficar sozinha ou conhecer gente nova. E saiba que, não importa o que ele faça, ele simplesmente não sabe o que está fazendo. Ele pode até estar fazendo pra te atingir, mas ele não sabe a dimensão das coisas, então saiba que ele não tem culpa... Ou pelo menos você não tem mais direito de culpá-lo por nada. E depois disso, aprenda outra coisa: apesar de você não poder culpá-lo (porque você não pode cobrar nada), você também tem o direito resguardado de se magoar com as coisas, sim. Ora, você terminou um relacionamento, você já está sofrendo o suficiente... Se ele dá uma de babaca e faz merda, se magoe mesmo, mande pra puta que pariu e pronto. Não fique se consumindo, querendo ser amiga, querendo ser boazinha. SE DÊ O DIREITO DE SENTIR O QUE QUER QUE VOCÊ ESTEJA SENTINDO. Se você tá magoada, pronto, fique na sua com sua mágoa. Se você tem vontade de chorar, chore. E não se importe com ele, seja um pouco egoísta mesmo nesse momento.. Afinal, você tem todo o seu peso nas costas, já. Não precisa carregar o dele também. Encare como um contrato silencioso: você não pode cobrar, mas ele também não pode. Então você só deve satisfações a si mesma, ENFIE ISSO NA CABEÇA. E não vá cobrar nada, nem perguntar nada, fique na sua, o tempo todo... Porque nada do que você falar ou perguntar vai ser respondido com alguma resposta doce e aconchegante, pelo contrário, ele vai estar na defesa e falar coisas horríveis, então melhor não arriscar se magoar. No mais, prossiga, experimente, não tenha medo de tomar iniciativas e mudar um pouco sua rotina. Reflita no que houve de forma verdadeira, perceba quem você é agora. Porque você era alguém antes do relacionamento, se tornou outra durante e agora, depois, com certeza você tem uma porção nova dentro de si que você ainda não conhece. Por fim, saiba que, por mais clichê que isso seja, passa. Lembra de quantos já passaram? O cara da academia, o vizinho do prédio, o garoto da escola, o amigo de infância, o cara que tinha aquela banda, o amigo da sua amiga, o colega da classe de inglês, o professor de boxe...? Por mais que você pense que esse não vai passar, não adianta: querida, ele vai passar. Sabe por que? Porque ele não é nenhum bruxo, nem colocou mandinga em você (até onde sabemos) e muito menos tem dois pênis. Ele é normal, como todos os outros, então nada vai fazer ele resistir ao passar do tempo. :) - Postado por: Nah às 15h48 [ ] [ envie esta mensagem ] Retalhos de cetim Gastei tudo em fantasia. - Postado por: Nah às 12h16 [ ] [ envie esta mensagem ] Era incrível como o abraço dele me aninhava e me confortava... Há tempos que eu não ficava tão segura, mesmo sabendo que talvez fosse a última vez. As mãos dele pareciam o tamanho exato da minha cintura, que quando ele pegava, ele me tinha nas mãos. Eu nunca vou esquecer o modo como ele me olhava, com amor e tristeza, pelos destinos que a gente andou e, sem querer, caímos. Caímos fundo e saímos de rota. Saímos de órbita. Era praticamente instintivo beijar, agarrar, amar. Tão natural, e agora tão proibido que dava pra segurar a estranheza entre nós e sentir o quão era pesada. O que era aquilo tudo? O que estávamos fazendo? Era tanto sentimento que eu me sentia à 120km/h, prestes a me bater em um muro. Quem me dera qualquer coisa me levasse pra qualquer canto. Qualquer coisa de esquecer, qualquer coisa de terminar de verdade com aquilo tudo e não somente da boca pra fora, como acontece em todos os fins, quando a gente repete coisas que não acreditamos, quando a gente dá por certo que estamos fazendo o certo quando algo nos diz que tem alguma coisa errada, que aquilo é a pior coisa que estamos fazendo da nossa vida. Maldita razão que a gente, por ser humano, grita mais alto do que o que sentimos. Deveria ser pecado, contra leis da física, qualquer coisa que fizesse essas duas falarem coisas totalmente opostas. Chega a ser covardia que a gente sempre dê razão à razão. E o que são os fins senão covardes? Você caminha tanto, constrói... E de repente ele interrompe seu caminho, seus planos... tudo que você ainda ia trilhar, termina antes de começar. E você é obrigado a procurar outro lugar pra ir, antes mesmo de chegar aonde quer que você esteja indo. Parecia uma morte, como se todos os beijos, abraços, risos, viagens, confidências, sonhos, planos, lágrimas, momentos, piadas, caretas, insanidades, bobagens, filmes, músicas passassem por um segundo. O problema é que a gente só morre uma vez, e isso passou no mínimo infinitas vezes já por mim, que eu poderia jurar saber de cor por ter já assistido várias vezes, e não por ter vivido tudo isso intensamente. Mas eu sei, porque vivi intensamente mesmo. Foi muito tempo de intenso, que só pode acabar se for assim: de maneira brusca e abrupta... Que a gente se viu obrigado a matar querendo ainda viver. Era feliz mas era triste e era triste porque era feliz. Precisava ser assim tão feliz pra ser mais triste ainda? Tinha necessidade de ser tão triste que beirasse o ímpeto de largar tudo pro alto e ser feliz? Transformamos os sonhos em realmente só sonhos. E tudo acabou. Ou pelo menos a gente quer se esforçar para acreditar que sim. E no fim, ao dizer adeus, o mais doloroso: a certeza de que jamais conseguiríamos dar um ponto final. Simplesmente escreveríamos nossa história, agora, cada um ao seu modo, sem parcerias. Mas sendo eternamente personagens da história um do outro. - Postado por: Nah às 04h13 [ ] [ envie esta mensagem ] Ela queria ser um ponto Estava cansada de ser vírgula Sempre inacabada e indefinida... E deu seu ponto de partida!
Foi exclamação, interrogação Aprendeu inglês e virou underline Subiu montanhas, foi aspas Explodiu em asterisco
Até que virou ponto e vírgula Que coisa mal-resolvida!
Por fim, deu um ponto final E ela, a vírgula Resolveu que ia ser só reticências... - Postado por: Nah às 22h04 [ ] [ envie esta mensagem ] Don't Panic Você ama a primeira vez como se fosse a última. Depois você vê que nada é o fim do mundo. Aí você aprende que não precisa amar desesperadamente. E aí você aprende a amar não como se fosse a última, mas como se fosse a única vez. Porque a graça no amor está em evoluir, progredir, reconstruir, mudar e qualquer coisa do tipo :) E aí você aprende a seguir, também. Dentro do tempo da batida do coração de cada um. - Postado por: Nah às 21h52 [ ] [ envie esta mensagem ] SocorroComposição: Arnaldo Antunes/Alice Ruiz Socorro! - Postado por: Nah às 00h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Mar de rosas Tem espinho E todos os peixes Sem espinha - Postado por: Nah às 13h37 [ ] [ envie esta mensagem ]
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